Crônicas de Botequim

O fim da inocência

O fim da inocência Rubem Penz Oi, tum, tum, bate coração Oi, tum, coração pode bater Oi, tum, tum, tum,…

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Carta ao Marciano

Carta ao Marciano Rubem Penz Caríssimo Marciano, Espero pegar-lhe bem de saúde. E bem antes de partir para cá em…

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Sempre, às vezes, nunca

Sempre, às vezes, nunca Rubem Penz Sempre + sempre = sempre. Funciona assim: você sempre vai a determinado lugar, seja…

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Gigante da Beira-Rio 50 anos

Gigante da Beira-Rio 50 anos Rubem Penz Domingo passado o estádio do Inter completou meio século e, incrivelmente, eu estava…

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Dois Charlies, dois mundos, um só espanto

Dois Charlies, dois mundos, um só espanto Rubem Penz Setenta e cinco anos separam as obras de dois Charlies, um…

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Janela do ônibus

Janela do ônibus Rubem Penz 1976 – Linha Carlos Gomes/Jardim do Salso, Av. Cristóvão Colombo, uma parada antes da curva…

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Uma estação no gerúndio

Uma estação no gerúndio Rubem Penz Depois de uns invernos que ou não vieram, ou se recusavam a partir –…

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Metamorfose

Metamorfose Rubem Penz Li certa vez, não lembro mais onde, serem as três situações que mais nos causam stress a…

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Enredo delirante

Enredo delirante Rubem Penz Ninguém me contou, eu estava lá na Rua da República no sábado de Carnaval curtindo a…

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Momento nuvem

Momento nuvem Rubem Penz Há um antídoto muito poderoso para aqueles que sofrem de delírios de grandeza – ir ao…

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