Número 226
A LINHA TÊNUE Bezerra entra na loja de armarinhos do Turco. Primeira vez. Seu ar é de desconfiado. Freguesa, é sua Madalena – comprara lá desde os lençóis do enxoval, passando pelas fraldas dos filhos e, mais recentemente, os guardanapos escolares dos netos. Mãos para trás, os olhos para o alto, um leve cantarolar nos

