Cronistas também choram
Hoje, a beleza das lágrimas compartilhadas. Lenços à mão.
Refrigerante, não bebo faz anos. Mas abrir conversas – ah – eis minha eterna sede.
Cinco a um já é goleada. É comprar e partir para (nosso) abraço!
Cinco razões para comprar um livro – uma para não ler o texto »
Tudo mudou e nada mudei, ou vice-versa? Diferenças de meio século na crônica de hoje.
Esgotado pela discussão sobre o que uma mulher precisa ter, resolvi fazer outra lista: o que não precisa.
Donald manda e desmanda e minha família é quem paga o pato. Não é Disney esse World…
Se você notar que não é sobre habilitação, o texto passou no teste de baliza.
Há cafés da manhã tipo punk, frevo, rock… Domingos pedem um café valsa. Hoje, música ao nascer do apetite e do sol.
Por que a ausência de Instagram não ofusca minha história do Dia do Fusca? Onde entra o ímã da Gerdau nisso tudo? Dê a partida nessa viagem.
Na crônica “O que pode e o que não pode”, falo do que acabou de acontecer. Sem medo. Posso?
Não anda fácil desejar um Ano Bom. E o motivo não é aquele que você está pensando. Os desafios de 2025 passam pela crônica de hoje.
Aventuras & Desventuras na Mensagem de Ano Novo ler o texto »
Quando a lista não consegue definir a metáfora ideal para as bodas, como fica? Essa e outras perguntas na crônica de hoje – e aceitamos felicitações, claro.
Anátema é uma crônica monovocálica: mais de 90 palavras em A para amparar alvirrubros e admoestar azuis. Agora, avante: leia!
Encontros de fim de ano há muitos. Os imperdíveis? Ah, esses são mais raros. Confirme hoje sua presença!