Procura-se!
Encontros de fim de ano há muitos. Os imperdíveis? Ah, esses são mais raros. Confirme hoje sua presença!
Encontros de fim de ano há muitos. Os imperdíveis? Ah, esses são mais raros. Confirme hoje sua presença!
Entre a utopia e a distopia, triunfa a hipocrisia. Hoje não estou para sorrisos…
A quem empresta esperanças, pagamos com juras? Juro que a crônica ajudará a saldar a dúvida.
Entre o chinelo e o captcha, a velha lição: a vida não é justa. Tire a prova na crônica de hoje.
Retomo a metáfora da esgrima e do xadrez numa narrativa rodrigueana. Vale ler as duas.
Abundantes são os motivos para você ler a crônica. Principalmente quando a bunda em questão é literal. Santa Sede em destaque!
Mataram a verossimilhança no lugar da Odete. A arma? Boas intenções. Sendo assim… vale tudo?
Será que o algoritmo já mede autoestima? Reflexões imunes ao rebaixamento no botequim de hoje.
Pensar alto é, talvez, o primeiro rascunho de uma crônica. O restante é coragem de escrever.
Quando a estatística aperta mais do que aparelhos ortodônticos – beijinhos, hoje, no botequim.
A crônica já morreu muitas vezes, como o gaúcho já foi dado por extinto. Mas, enquanto houver quem dance uma vaneira ou quem escreva uma crônica de botequim, ambos continuarão afirmando o mesmo: tradição não é matéria morta, é corpo vivo que respira o tempo.
Quando 20 de setembro cai em 9 de março e vice-versa ler o texto »
Entre chamas e salmos, o asfalto da BR-116 esconde uma revelação insólita. Só para vocês, aqui no botequim.
Qual é o tamanho do purgatório em quilômetros? ler o texto »
Recorro novamente ao Analista de Bagé para homenagear LFV e vivenciar o luto crônico. Coisa de largar o mate pra olhar.
Aguda – quem sabe ácida – paródia de Eclesiastes 3:1-22. Leia e julgue se haverá perdão…
Para Claudinho Pereira, ter a porta de sua casa aberta era algo além da metáfora: era filosofia de vida.
Enquanto fragmentos da rotina abrirem o portal para a grandeza dos gestos humanos, estaremos salvos.
Em palestra inédita, menina de oito anos mostra quem é a única pessoa capaz de pacificar as relações sociais. Confira.
Nesta releitura atualizada de Chapeuzinho Vermelho, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.