Há mais do que cinco razões para comprar um livro. Decidi pesquisar quais seriam as principais. Veio este resultado:
- Prazer – Você antecipa que vai gostar do tempo que passará lendo, sorvendo a história;
- Identificação – Algo ali fala de você, ou do que você vive, pensa ou sente;
- Aprendizado – Você espera sair diferente: sabendo algo, vendo melhor, pensando mais;
- Presente (para si ou para outro) – Livro ainda é objeto simbólico: você marca um momento, um vínculo, uma intenção;
- Confiança – Você compra porque: conhece o autor, alguém indicou ou a reputação sustenta.
Não preciso de nada além de um é, pode ser ou faz sentido para convocar você a comprar as Aventuras e desventuras de um pai bem passado numa simpática campanha de pré-venda dos primeiros 100 exemplares – numerados!
É quando deixo a solidão da escrita e encontro com os leitores que compreendem ser ele, o livro, um trabalho que merece seu investimento, seja no valor do objeto, seja no valor do gesto.
Alguém que reconheça – e valorize – o trabalho e o tempo que um livro carrega, da escrita à gráfica: da concepção ao parto do objeto – seu corpo.
Se você avalia que as Aventuras e desventuras cumprem um ou mais quesitos, venha para dar e receber abraços. Acontecerá no dia 24 de abril (aniversário da Agatha!), 19h, na Sabor de Luna da Freire Alemão. Ou pelos Correios – num esforço de não perder energia com a distância.
Ah, não esqueçamos da – importante – razão para não comprar: você achou essa crônica quase uma chantagem emocional. Compreenderei. É mesmo.
Mas quem é pai e mãe bem sabe: pequenas chantagens funcionam quando tudo mais falha diante do incontornável banho, escovar de dentes e pentear o cabelo.
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