Hum, eu desconfiava.
Quer saber? Algo já me dizia.
Informados, era só ler os sinais.
O que mesmo esperar de diferente?
Tudo estava pronto para o que houve.
Só os tolos acreditavam em outra coisa.
Se não fosse assim, seria muito parecido.
Pois é: não acreditaram quando eu disse que sabia.
Quase todos à minha volta também sabiam, faltava admitir.
Quando sair no noticiário, vou poder dizer: viram só? Eu cantei a pedra!
Cabe a pergunta: tudo posto, acreditavam mesmo que seria diferente dessa vez?
Ou…
Ah, não acredito!
Viram isso com certeza?
Deve ter alguma coisa escondida…
Daqui a pouco vem alguém e muda tudo.
Quando a esmola é demais, o santo desconfia.
Hum, só os ingênuos acreditam que chegou ao fim.
Estão jogando para a torcida. Quero ver quando a luz apagar.
Faz uns anos cheguei a acreditar. Custo a crer que chegou o dia.
Se foi tão difícil apenas começar, quem nos garante a continuidade?
Estava insustentável? E os que implodiram vão reerguer dos escombros?
Melhor teria sido nem reanimar minha confiança, se o plano é matá-la novamente.


Inconstância de Credibilidade!!!
“…cheguei a acreditar.”
Obrigado pelo destaque, Bill!
Perdoa se sou muito desesperançoso…
Abraços!
Cheguei de Marte há pouco, o que está por acontecer, acontecendo ou aconteceu?
Assim, Antônio: se acontecer, será um desacontecimento. Por outro lado, se nada acontecer, acontecido será!
Fácil de entender, né? Abração
hahaha entendi tudinho. Mas, prefiro ver o resultado depois, para não morrer de véspera. Abraços, mestre.
Gostou da estada? Estou pensando em dar umas voltas por lá, a depender, nem volto!
Pare o mundo que eu quero descer!
Oi, Jacque! Pior é que o mundo não para e, para descer, é só no tombo!
Obrigado, abração
Rubem,
Não deixe que nada desaconteça sem mim.
Auri
Zelo máximo, Auri. Máximo zelo.
Rubem
Meu grande amigo! Concordamos integralmente. A única vantagem de ficar mais velho e saber que a história se repete. Muito legal!!
Obrigado, Nelmar!
Pior é ficar velho e não ver, né?
Abração!
Quanto mais envelheço, mais desesperançoso eu fico…triste!
Hugo, muito triste, mesmo. Desejaria que fosse o oposto. Abraço