Fraldas e outros passos (A&DPBP*)
Será que este texto anda com as próprias pernas ou ainda não deixou as fraldas? Responda você, por favor.
Será que este texto anda com as próprias pernas ou ainda não deixou as fraldas? Responda você, por favor.
Por que a ausência de Instagram não ofusca minha história do Dia do Fusca? Onde entra o ímã da Gerdau nisso tudo? Dê a partida nessa viagem.
Na crônica “O que pode e o que não pode”, falo do que acabou de acontecer. Sem medo. Posso?
Não anda fácil desejar um Ano Bom. E o motivo não é aquele que você está pensando. Os desafios de 2025 passam pela crônica de hoje.
Aventuras & Desventuras na Mensagem de Ano Novo ler o texto »
Quando a lista não consegue definir a metáfora ideal para as bodas, como fica? Essa e outras perguntas na crônica de hoje – e aceitamos felicitações, claro.
Anátema é uma crônica monovocálica: mais de 90 palavras em A para amparar alvirrubros e admoestar azuis. Agora, avante: leia!
Encontros de fim de ano há muitos. Os imperdíveis? Ah, esses são mais raros. Confirme hoje sua presença!
Entre a utopia e a distopia, triunfa a hipocrisia. Hoje não estou para sorrisos…
A quem empresta esperanças, pagamos com juras? Juro que a crônica ajudará a saldar a dúvida.
Entre o chinelo e o captcha, a velha lição: a vida não é justa. Tire a prova na crônica de hoje.
Retomo a metáfora da esgrima e do xadrez numa narrativa rodrigueana. Vale ler as duas.
Abundantes são os motivos para você ler a crônica. Principalmente quando a bunda em questão é literal. Santa Sede em destaque!
Mataram a verossimilhança no lugar da Odete. A arma? Boas intenções. Sendo assim… vale tudo?
Será que o algoritmo já mede autoestima? Reflexões imunes ao rebaixamento no botequim de hoje.
Pensar alto é, talvez, o primeiro rascunho de uma crônica. O restante é coragem de escrever.
Ser pai outra vez: quando a playlist da infância se torna trilha de vida. (A&DPBP)
Quando a estatística aperta mais do que aparelhos ortodônticos – beijinhos, hoje, no botequim.