Sambou, tá novo – clip de Donaflor
Sambou, tá novo – Donaflor
As músicas que fizeram sua cabeça é um programa de entrevistas com Ivette Brandalise. Nele, os entrevistados contam um pouco de sua trajetória permeada por temas que, na época, serviram de fundo musical. Neste sábado, dia 15.12.12, a entrevista é comigo. Fica o convite para sintonizar no 107.7 MHz do FM, às 12 horas. Adianto:
Dia 15, estou no programa “As músicas que fizeram sua cabeça” ler o texto »
Número 503 Um filme diante dos olhos Rubem Penz Um dia vi o trabalho de um homem que fotografou durante anos a mesma paisagem. Todos os dias, ou com uma frequência quase assim. Então, montou os instantâneos como se formassem um filme. Impressionante! Não fazemos ideia de quanto o entorno se modifica com o passar
Coluna do Metro em 12.12.12 O FUTURO DO NOSSO FUTEBOL NO SUB-17 Sei: Grenal é Grenal e vice-versa. Jogo particular e duelo fratricida, ele é sempre final de campeonato. Porém, no fim de semana passado, decidir certame escapou da figura de linguagem para se transformar naquilo que se costuma definir (às vezes errado) como literal.
Número 502 Luz e sombra Rubem Penz Aos nove anos, ela só tinha olhos para os meninos que dominavam o recreio – eram bravos, jogavam futebol, zoavam com os colegas e, em alguma medida, maltratavam as meninas. Eles raramente lhe davam muita pelota, mas jamais deixava de mandar bilhetinhos em papel cor-de-rosa, cheios de corações.
Coluna do Metro em 05.12.12 AS MUITAS DORES DE NOSSAS COLUNAS Comparar o jornal com um organismo humano não é novidade. Vinícius de Moraes já o fez, por exemplo, em 1953. Escreveu o poeta: “Se o editorial é o cérebro; os tópicos e as notícias, as artérias e veias; as reportagens, os pulmões; o artigo
Número 501 Beckers Likör Rubem Penz Amarelo ouro, aromático, adocicado. Perfeito para deixar repousando sobre a língua até quase o ponto de anestesia. Sem a menor pressa, embriagar as papilas. Com o mesmo vagar, depois, permitir que o sabor ganhe profundidade e reverbere na boca por muito tempo. Já batia meia-noite quando, ao chegar em
Coluna do Metro em 28.11.12 A INFALÍVEL TEORIA DO DOBRO Avanços na saúde e bem estar elevam a expectativa de vida dos brasileiros. Intervenções estéticas deixam cada vez mais difícil saber a idade de alguém. A natureza laboral torna precoce a aposentadoria compulsória de um intelectual aos 70 anos, e tardia a de um trabalhador
Crônica 500 Virando a página Rubem Penz Interessante essa figura de linguagem a ser aplicada em nossa vida: virar a página. Mais do que ir adiante, parece significar o ato de deixar de olhar para o que se tem (tinha?) diante dos olhos e defrontar-se com o novo. Gesto que pode ser abrupto e impactante
Antes de ser Rufar dos Tambores, as crônicas se chamavam “Leitura de Final de Semana”, abreviada em LFS. Na centésima crônica, foi criado o nome e a primeira imagem. Design e foto do Rubem: Rogério Gil. Foto do pandeiro entre os livros: Rubem Penz Com o tempo, mudamos para a segunda imagem. Design: Profit. Foto:
Número 499 Rubem Penz – “Esse foi um caminho sem volta.” Sabe quantas vezes ouvi essa expressão? Incontáveis. Já me perguntaram antes: e aí, tem volta? Ora respondi que não, ora que sim – por ter sido trilhado, todo caminho de vida, na teoria, tem volta. O que falta, talvez, seja vontade de voltar. Ou
Metro Porto Alegre 14.11.12 NÃO É UM BOM COMEÇO Velhos manuais de marketing, escritos antes mesmo de o termo virar moda, apregoavam que a venda começa quando o cliente diz não. Sem a negativa, o nome para essa troca de valores por objetos e/ou serviços seria, no máximo, compra. Venda, jamais. Ao final, o resultado
Número 498 Rubem Penz E a vida o que é? Diga lá meu irmão Gonzaguinha O teórico Antonio Cândido analisando a crônica – gênero literário que está diante de seus olhos – festeja o fato de ela ter um status menor. Chega a afirmar que jamais teremos um Nobel cronista, o que, de fato, a
CIDADE DO BONDINHO ERRADO O Bondinho do Pão de Açúcar completou 100 anos com festa. Cartão postal do Rio de Janeiro, o simpático teleférico é passeio obrigatório para turistas. Tornou-se parte indissociável da paisagem urbana e marca registrada carioca. Agora, vamos imaginar a hipótese de alguém propor um bondinho nos mesmos moldes na também linda
Número 497 Rubem Penz Surpreenda-me. Foi o que ela disse ao se despedir apressada. À noite comemorariam mais um aniversário do casal e, ano após ano, esse era seu único pedido: surpreenda-me. Mal ela sumiu para dentro do elevador, ele deixou o corpo escorregar com as costas apoiadas na moldura da porta até ficar de
COM VOCÊS, NOSSA SANTA SEDE Resgatar para os encontros o hábito dos maiores cronistas do Brasil, que deixavam a redação dos jornais em grupo para terminar o dia (ou começar a noite) nas mesas de bar. Eis a proposta fez nascer minha oficina literária & livro Santa Sede, crônicas de botequim, em seu terceiro ano. O
Número 496 Engana-se quem imagina que é fácil, confortável ou ao menos indolor ser alguém moderado. Essa é uma opinião bastante comum entre os radicais: – Veja, ele não se compromete, não luta. É um frouxo! Para os que vivem nos extremos, todo moderado é covarde. Fraco, volúvel, inconfiável. Jamais pegará em armas. Seguirá as
Coluna do Metro Porto Alegre em 24.10.2012 Tenho cá minhas dúvidas se a medicina já catalogou essa patologia que chamarei de intelectualidade mórbida. Porém, há quem apresente sintomas do distúrbio, como arrogância crônica, mau humor e desprezo pela opinião alheia. Segue uma luz sobre o tema. Intelectual mórbido gosta de ler. Óbvio, quem não