Número 355
O CARINHA DE PAU Era uma vez, em um reinado de faz-de-conta, um soberano falastrão. Pouco ou nada produzia, diziam seus detratores. Na verdade, nem mais nem menos do que seus antecessores e, quem sabe, seus sucessores. Porém, quando o monarca abria a boca para falar, falava e dizia. Tinha em seu discurso aquele não-sei-o-quê

