Malas
O amor está no ar. As malas, no chão. Hoje tem crônica conto no botequim. Digo, no café.
Comunicado relevante: Conscientes de que os homens cis e héteros são estatisticamente maioria entre a população dos rapazes; Felizes por serem eles um parcela social com ampla apreciação e utilidade – inclusive, mas não necessariamente, para casos em que uma dose de rusticidade típica se faz necessária; Preocupados com as falhas em algumas atualizações de
Dentre todos os marcadores de violência e criminalidade, o único sem apresentar sinais de melhora nos últimos tempos e, ao contrário, com índices de agravamento é o feminicídio. Face monstruosa dos abusos diários de homens contra mulheres, ele é apenas a ponta de um enorme iceberg – a lamentável montanha de hábitos, crenças e conceitos
Tô me guardando, pra quando? Rubem Penz Quer coincidências? Quase na mesma semana, o depoimento de uma das minhas tias e o novo programa da ministra Damares para o Carnaval, ambos casando sexo e fé. Comecemos pela tia… A conversa nem era comigo, e não se tratava exatamente de uma queixa – combinava mais com
Rubem Penz Retornava para casa no começo da noite por uma grande avenida quando uma cena roubou minha atenção. Começo pelo contexto: moro na região metropolitana de Porto Alegre e, sabe-se, a idade da frota de automóveis tende a ser mais variável na medida em que avançamos rumo ao arrabalde. Assim, não é incomum estarmos
Rubem Penz Sou fã confesso e público da frase que contém enorme poder de síntese. Persegui sua criação durante todo o período em que fui redator publicitário e, hoje, na literatura, sigo no encalço da lapidação, do enxugamento, da composição frasal. O slogan aqui utilizado como título, o qual tomou conta das redes sociais, dos
Rubem Penz Sabe desde quando eu não ajudo mais nas tarefas de casa? Primeiro, devo dizer quando comecei a ajudar: foi na adolescência. Há época, meus pais decidiram abrir mão de empregada doméstica. Até então, eu era responsável pela ordem do material escolar, e olhe lá. De um dia para outro passei a arrumar o
Rubem Penz Quando a imprensa local destaca a existência de aglomerações em torno de rachas automobilísticos durantes as madrugadas nas avenidas da cidade, a impressão que tenho é de ter entrado na máquina do tempo. Ao ver imagens de motociclistas fazendo provas de habilidade e rapidez no meio dos carros, pareço ver na TV uma
Coluna do Metro Jornal em 29.10.13 Tudo na natureza está sujeito a uma lei não escrita, porém infalível: a lei do uso e do desuso. Aquilo que é útil, segue viçoso. O que não mais precisamos, definha e desaparece. É por isso que afina a perna do paraplégico – exemplo propositalmente trágico para abrir uma