Cronistas também choram
Hoje, a beleza das lágrimas compartilhadas. Lenços à mão.
Cinco a um já é goleada. É comprar e partir para (nosso) abraço!
Cinco razões para comprar um livro – uma para não ler o texto »
“Adolescência”, a série da Netflix, abre gavetas incômodas e nos convida a lidar com o que encontramos. Aqui, espio em quatro delas.
Como a partir de uma noite no “Ninho – conversando sobre adoção”, valiosa iniciativa para debater as questões afins, pode-se chegar às pautas igualitárias para homens e mulheres na paternidade e na maternidade? O que partiu de um insight é bem relevante para os momentos de todas as famílias e vale os dois minutos de leitura. 😉
O brilho do inesperado, a opacidade da confirmação ler o texto »
Temos amor, gravidez, igualdade entre mulheres e homens e o espetáculo que é ver a relação entre Vanessa e Agatha. Isso é muito para uma só crônica? É pouco? Descubra no botequim de hoje.
Bons pais Rubem Penz Finda abril, começo a ver lindos comerciais de TV a enaltecer o papel das mães. Comovo-me às lágrimas com elogios descomprometidos, pois, sim, a coincidência de datas precisa ser relevada. Dia das Mães, é? Nem havia lembrado… Hoje, porém, resolvi falar dos pais, ainda que não renda nenhuma visita para lojas
Rubem Penz Coincidiu neste final de semana de eu conversar com dois jovens aflitos em busca de respostas diante de algumas escolhas para os rumos de suas vidas. Para um deles, fui um conselheiro conservador: disse que seu desapontamento diante da condição da universidade, ou em comparação com as expectativas que nutria antes de iniciar
Rubem Penz Ai, pai – Sabe aquela roupa de super-herói que você vestia quando os filhos eram pequenos: camisa, gravata, calça e sapato? Ou camiseta, jeans e tênis? Ou apenas chinelo e bermuda? Pouco importando o estilo, para a criança você era forte, poderoso, imbatível. Inspirador! Pois, quando chegar para eles o momento da adolescência,
Crônica publicada no Metro Jornal em 18.02.14 Eu conheço, você conhece, todos conhecemos pessoas absolutamente incapazes de fazer sacrifícios. Aqueles que não aceitam isso ou aquilo quando aquilo ou isso, de alguma forma, virá em seu prejuízo. São os que não recuam a vez ou a voz; os que nunca renunciam de seus privilégios; os