É cerâmica ou vime?
Quando a lista não consegue definir a metáfora ideal para as bodas, como fica? Essa e outras perguntas na crônica de hoje – e aceitamos felicitações, claro.
Crônicas
Quando a lista não consegue definir a metáfora ideal para as bodas, como fica? Essa e outras perguntas na crônica de hoje – e aceitamos felicitações, claro.
Búzios, benzedeiras, Bolha, berreiro, bancando Banana, bacanal, baba, babel Barato, bilionário, brincadeira Belisca! boleiro, brigas, bis Belisca! bufando, buraco Belisca! banzo, brochura Buzinadas, bugalhos, bordel Bolinha, bizarria, betume Boatos, bobos, bulha Belicosos, bum Belisca! Butiás-do-bolsos, baú Biônicos, biltres,
Anátema é uma crônica monovocálica: mais de 90 palavras em A para amparar alvirrubros e admoestar azuis. Agora, avante: leia!
Encontros de fim de ano há muitos. Os imperdíveis? Ah, esses são mais raros. Confirme hoje sua presença!
Entre a utopia e a distopia, triunfa a hipocrisia. Hoje não estou para sorrisos…
A quem empresta esperanças, pagamos com juras? Juro que a crônica ajudará a saldar a dúvida.
Entre o chinelo e o captcha, a velha lição: a vida não é justa. Tire a prova na crônica de hoje.
Retomo a metáfora da esgrima e do xadrez numa narrativa rodrigueana. Vale ler as duas.
Abundantes são os motivos para você ler a crônica. Principalmente quando a bunda em questão é literal. Santa Sede em destaque!
Mataram a verossimilhança no lugar da Odete. A arma? Boas intenções. Sendo assim… vale tudo?
Será que o algoritmo já mede autoestima? Reflexões imunes ao rebaixamento no botequim de hoje.
Pensar alto é, talvez, o primeiro rascunho de uma crônica. O restante é coragem de escrever.
Quando a estatística aperta mais do que aparelhos ortodônticos – beijinhos, hoje, no botequim.
A crônica já morreu muitas vezes, como o gaúcho já foi dado por extinto. Mas, enquanto houver quem dance uma vaneira ou quem escreva uma crônica de botequim, ambos continuarão afirmando o mesmo: tradição não é matéria morta, é corpo vivo que respira o tempo.
Quando 20 de setembro cai em 9 de março e vice-versa ler o texto »
Entre chamas e salmos, o asfalto da BR-116 esconde uma revelação insólita. Só para vocês, aqui no botequim.
Qual é o tamanho do purgatório em quilômetros? ler o texto »
Recorro novamente ao Analista de Bagé para homenagear LFV e vivenciar o luto crônico. Coisa de largar o mate pra olhar.
Aguda – quem sabe ácida – paródia de Eclesiastes 3:1-22. Leia e julgue se haverá perdão…
Para Claudinho Pereira, ter a porta de sua casa aberta era algo além da metáfora: era filosofia de vida.