A marquesa saiu às cinco horas IV
“A marquesa saiu às cinco horas”, frase que Paul Valéry jamais escreverá (segundo ele) ganha versões divertidas neste texto.
Crônicas
“A marquesa saiu às cinco horas”, frase que Paul Valéry jamais escreverá (segundo ele) ganha versões divertidas neste texto.
Você persegue as novidades ou é atropelado por elas? Sobre isso, junto aquecedor de passagem e smartphone num só texto. Não perde!
Peço licença às biológicas para, no 2º domingo de maio, dar parabéns às mães por adoção.
E se uma viatura policial pudesse chamar o VAR para esclarecer uma situação não vista, será que daria certo?
Os Papas fazem o seu tempo, ou é o tempo quem os faz líderes? Respostas na fumaça branca.
Ao seu redor, o mal é a regra e o bem a exceção, ou o contrário? A quem interessa vender um ou outro cenário?
“Adolescência”, a série da Netflix, abre gavetas incômodas e nos convida a lidar com o que encontramos. Aqui, espio em quatro delas.
Cedo ou tarde, a morte chegará. Quando coincide nos defrontarmos com ela com certa frequência, vem a pergunta: é cedo ou é tarde?
Os oitenta anos de nascimento de Elis e o octacampeonato gaúcho do Internacional se encontram num texto sintético e reverente.
Um balanço dos Encontro 15 anos Oficina Santa Sede na base da confissão de quem parece nunca fazer o suficiente.
Nunca o suficiente – uma crônica em busca de salvação ler o texto »
Em quatro blocos, comento “Ainda estou aqui”, nossa Porto Triste, mais uma A&D de pai bem passado e faço uma ponte 1985-2025 voltando a comentar o Oscar. Sem perder o tempo, ziriguidum, telecoteco.
Seria plausível pensar uma oficina literária como sendo capaz de exorcismo? Ainda mais ao se denominar Santa Sede? Deem as mãos e leiam comigo…
A cada verão dou de comer à minha fênix particular. E ela alça voo e vê o mundo que não mais existe e retorna ao ponto de partida e morre outra vez. Veja por que.
O que une a música “Fuga Y Misterio” de Piazzolla, um homem, uma lagartixa, um escorpião e uma barata? Resposta: a crônica Réquiem – uma ópera crônica em sete movimentos. Impossível deixar de ler!
Réquiem – Uma ópera crônica em sete movimentos ler o texto »
Jamais escolha fechar o nariz – bons farejadores sempre encontram o que há de podre diante de nós. Sim, falarei das fake News.
Repare bem: no verão, lagartixamente, tudo gruda na gente e a gente gruda em tudo. Comentários a respeito hoje, no botequim literário.
Não pensamos em respirar – um espaço no tronco encefálico está cuidando disso para além da vontade. Amar tampouco passa pela razão. Idem, é uma questão de vida ou morte.
Relembrar o onisciente, onipresente e onipotente “Algo Falante” é o que posso ofertar de melhor nesta virada de ano. E você, tem outros “Algos Falantes” para fazer parte da lista? Feliz 2025!
A Santa Sede de Verão promove um balanço de seus verões inesquecíveis enquanto você vive um novo verão inesquecível à mesa do bar. Perfeito? Só quando você estiver conosco!
O mar como metáfora para o amor é muito frequente na música e na literatura e, claro, em minha trajetória. “Em frente ao mar” e “Paramar” servem de exemplo e, agora, de motivo para torcida sua. Aqui, os porquês.