Crônica brasileira

Sandy e meu calendário referencial

Houve um tempo em que a marca dos quarenta anos de idade carregava consigo um peso extraordinário. Outrora, mais cedo as pessoas estabilizavam-se em suas ocupações – muitas vezes em patamar de excelência –, formavam suas famílias e, ao abrir a quarta década, a denominada meia-idade vinha com um sentimento de dever cumprido. Seriam alguns …

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O perigo do “mas”

As conjunções adversativas existem para compor orações onde apresentamos idéias contrárias. Opostas, diferentes, alternativas. Delas todas, o “mas” é a conjunção mais usual. Quase pode ser considerada um vício de linguagem para os escritores ou falantes. Seu maior perigo é surgir para justificar o injustificável. Por exemplo: a torcida visitante vandaliza o estádio adversário. Arranca …

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Revelo aqui qual o meu lado

Sempre que penso nos cronistas/jornalistas, sou assaltado por uma dúvida: suas colunas nascem antes ou depois de entrevistas, conversas ou discussões sobre determinado tema? Primeiro debatem e depois escrevem, ou primeiro escrevem e depois debatem? Há muita diferença nisso e, dependendo da ordem, acredito que altera bastante o conteúdo. Minha tendência é pensar que suas …

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Instantâneos pessoais

Entre muitos gêneros literários, eu ter escolhido me dedicar à crônica talvez se deva ao fato de ter sido, na juventude, redator publicitário. Na propaganda, aprimoramos alguns fundamentos aplicados diretamente nas colunas de jornal: pertinência, sedução, criatividade, concisão, clareza e rapidez. Ou atendemos todos estes preceitos, ou estamos na profissão errada. Outra característica em comum …

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