O enigma do termômetro
Enquanto sobe a febre da filha, declinam a visão e a audição de um pai bem passado. E o novo termômetro digital não ajuda… Hoje é dia de drama nas crônicas de botequim.
Enquanto sobe a febre da filha, declinam a visão e a audição de um pai bem passado. E o novo termômetro digital não ajuda… Hoje é dia de drama nas crônicas de botequim.
Hoje, na efeméride de 30 anos do Tetra da Seleção Brasileira, conclusões que se pode tirar sobre o poder de quem conta e de como conta a história.
Antes dos assistentes pessoais tipo Alexa, Siri e Cortana, já teriam os eletrodomésticos aprendido a falar? Aqui, dois casos verídicos para escrutínio dos cientistas.
Você gosta mais do nascer do sol ou de seu poente? Saiba então ser tão raro ver o sol nascer num fim de tarde, quanto ser capaz de identificar o exato segundo em que surgiu uma paixão envolvente e luminosa.
Dois saltos de tempo, dez e vinte anos atrás, resgatam a importância da Música Popular Brasileira na vida de todos, ainda que especialmente na minha vida. Destaque para os álbuns Tropicália e Reverso.
Se você ouviu, ou usa, o termo “de botequim” para desqualificar ideias, precisa muuuito ler essa crônica. A consciência de sua felicidade pode depender disso. Sua criatividade, por certo, dependerá.
Dentre tantas e tão necessárias ações de reconstrução pós-enchente, peço que incluam a recuperação da Fundação O Pão dos Pobres de Santo Antonio entre suas opões. Tio Irmão Arnaldo, do céu, me inspira a pedir ajuda. Merecem muito!
Para superar este momento é preciso buscar força, vontade e inspiração em todos os lugares como, por exemplo, na linda canção “Antes que seja tarde” de Ivan Lins e Vitor Martins.
Importante: se gostou dessa crônica, e vota em Porto Alegre, mande-a para para o seu vereador. Ou algo novo acontece, ou estaremos fadados a repetir o passado.
Estamos bem. Bem tristes, bem esgotados e perdidos. Bem desesperados, bem incrédulos e preocupados. Bem aturdidos, bem desconfiados e desunidos. Bem cismados, bem decepcionados e… Ao final do texto melhora, prometo.
Por ter nascido e me criado no 4° Distrito de Porto Alegre, por ter na enchente de 1967 a minha mais antiga memória, por escutar relatos da tragédia de 1941 direto de seus protagonistas, tenho algo a dizer sobre 2024.
Retomo a série “Votos nupciais” para saber se em lares democráticos se deve continuar promovendo DRs ou seria o caso de criar CPIs quando algum tema precisa ser investigado, debatido, esmiuçado. É a saga da familia de Arnaldo, Mariluz, Júnior e Alice que aparece outra vez para nos ajudar a tecer conclusões próprias.
O paraíso dos institutos de pesquisa seria a certeza de respostas sinceras. Mas, e quando a franqueza aparece só nas entrelinhas? “Campo minado”, hoje, no botequim literário.
Juntar Varig, CEEE e saudade numa só crônica seria me lançar em voo no escuro? Para além deste trocadilho (bastante bom, vá!), há questões a serem pensadas. Ou não, diria Caetano. E o “ou” no texto será importante.
Em “Operação Cenoura Exposta”, mais um caso em que pessoas que ocupam posições de confiança e têm reputação ilibada correm o risco de serem flagradas. Teremos o desfecho esperado?
Como a partir de uma noite no “Ninho – conversando sobre adoção”, valiosa iniciativa para debater as questões afins, pode-se chegar às pautas igualitárias para homens e mulheres na paternidade e na maternidade? O que partiu de um insight é bem relevante para os momentos de todas as famílias e vale os dois minutos de leitura. 😉
O brilho do inesperado, a opacidade da confirmação ler o texto »
Temos amor, gravidez, igualdade entre mulheres e homens e o espetáculo que é ver a relação entre Vanessa e Agatha. Isso é muito para uma só crônica? É pouco? Descubra no botequim de hoje.
Maria, Braga, Jobim, Lispector… É muitíssimo raro pertencer à turma que todos admiram e – surpresa! – isso está ao alcance de todos (ao seu alcance!) neste exato momento, só por uma decisão. Desvende o paradoxo na crônica a seguir.
Quatro décadas atrás experimentei meu primeiro momento “se morrer amanhã já fiz algo sensacional” com o bloco carnavalesco Verde Cor. Como se vê, morrer, eu não morri. E a fragilidade das realizações também sobreviveu para servir de lição de vida.
Você já sentiu vergonha por ter sentido vergonha? Isso aconteceu comigo por causa de algo inescapável e crescente: o declínio auditivo, uma herança genética. Explico melhor na crônica de hoje.